O baterista Frankie Banali, do Quiet Riot, diz ter poucos meses de vida

O baterista Frankie Banali, do Quiet Riot, trava uma batalha feroz contra um agressivo câncer no pâncreas e diz estar consciente de quem tem apenas poucos meses de vida.

“Em 2019, fui diagnosticado com um câncer no pâncreas que já está no Estágio 4 [quando se torna incurável e o paciente só tem entre 3 e 6 meses de vida] e se espalhou para o fígado. Como já estamos em junho de 2020, não sei se ainda sobrevivo a mais 6 meses”, disse Frankie Banali ao site Of Personal Interest. “Tenho consciência da gravidade do Estágio 4 desse tipo de câncer, faço um tratamento que dura 18 horas todos os dias”.

Indagado sobre a serenidade com que o músico parece encarar a situação, Banali foi enfático: “Sempre disse a todo mundo que não sou otimista e nem pessimista, sou realista. Olhos para os fatos e tento extrair o máximo de informação. A medicina já avançou muito no estudo de diversos tipos de câncer, mas sou realista e tento fazer meu melhor a cada dia. Eu não tenho a menor dúvida de qual será a causa da minha morte. Só não sei quando isso vai ocorrer”.

Amigos, fãs e familiares de Banali criaram uma campanha para arrecadar doações para ajudar a pagar o caríssimo tratamento do músico.

Frankie Banali anunciou aos fãs o diagnóstico da doença em 2019, quando precisou deixar de fazer as apresentações ao vivo com o Quiet Riot, sendo substituído em alguns shows por Johnny Kelly (Danzig, Type O Negative) e em outros por Mike Dupke (WASP).

Foi o próprio Banali, aliás, quem trouxe o Quiet Riot de volta à estrada em 2010, três anos após Kevin DuBrow ter sido encontrado morto por overdose de cocaína. Em novembro de 2019, o Quiet Riot lançou seu último trabalho de estúdio, Hollywood Cowboys, através do selo Frontiers Music.

\m/ Long Live Rock! \m/

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