Banda Arcpelago lança debut em parceria com a Masque Records

ArcpelagoA Masque Records firmou parceria com a promissora banda de rock progressivo Arcpelago, do Rio de Janeiro, para distribuir o debut “Simbiose”, lançado este ano em formato digipak. O registro apresenta uma enorme gama de possibilidades dentro do rock progressivo, desde sonoridades clássicas à experimentações frescas.

“Simbiose”, o primeiro registro da promissora banda nacional de rock progressivo Arcpelago lançado este ano, já está disponível no catálogo da Masque Records. Encomendas do CD, em digipak, podem ser feitas pelo e-mail [email protected] O alto nível técnico dos experientes músicos e das composições fazem deste registro um dos principais lançamentos do estilo em 2016 no Brasil.

Formada pelo tecladista e vocalista Ronaldo Rodrigues (ex-Massahara, ex-Módulo 1000, atual Caravela Escarlate e O Terço lado B), radicado no Rio de Janeiro, a banda tem inspiração no rock progressivo, com muitas referências à estética sonora da década de 1970, buscando cruzar a energia do rock com pretensões mais eruditas, agregando referências do jazz, blues, música folk e étnica, em um contexto de experimentação e diálogos entre o acústico e o elétrico/eletrônico.

O mentor do Arcpelago, Ronaldo Rodrigues, conta que a banda nasceu do desejo de montar um grupo que pudesse abraçar diversas vertentes da música progressiva. Partindo da mesma premissa que grupos clássicos do estilo, o Arcpelago ainda privilegia arranjos fortes que favorecem a presença de todos os instrumentos, a sonoridade analógica e composições autorais intensas e exploratórias.

Com o ingresso de Jorge Carvalho (baixo), Eduardo Marcolino (guitarra, ex-Anxtron) e Renato Navega (bateria), iniciaram em 2014 a consolidação do repertório para deste álbum, “Simbiose,” e seguidas das primeiras – e elogiadas – apresentações em público. O line up atual do grupo conta também com o jovem guitarrista Diogo Albano Aratanha.

Com seis faixas, “Simbiose” foi gravado ao longo do ano de 2015 e lançado este ano de forma independente. “Busca expressar uma musicalidade ampla e eclética, suportando letras que vagueiam entre o concreto e o abstrato, da crítica à contemplação, do natural ao transcendental”, contextualiza Rodrigues.

\m/ Long Live Rock! \m/

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